Conheça 'Gilda', a garça que criou rotina com dona de pousada e aceita peixe na mão no Lago de Furnas

  • 03/04/2026
(Foto: Reprodução)
Conheça Gilda, garça que criou rotina e come peixe na mão em pousada no Lago de Furnas Às margens do Lago de Furnas, no Sul de Minas, uma cena discreta se repete quase todos os dias em uma pousada no distrito de Pontalete, em Três Pontas. Sempre por volta das oito da manhã, antes mesmo do movimento da casa começar, uma visitante já está a postos na varanda. Silenciosa, branca e atenta, a garça ocupa o mesmo lugar e aguarda o café da manhã. E ela tem nome: Gilda. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram 📺 Até o dia 10 de abril, o g1 Sul de Minas e a EPTV percorrem o Lago de Furnas na expedição especial “Travessia das Águas”, que mostra a dimensão, a importância econômica e as histórias de quem vive da água em torno do maior reservatório de água doce do Sudeste e um dos maiores do Brasil. Além das reportagens especiais no portal e de conteúdos exibidos nos telejornais da EPTV, é possível acompanhar os bastidores da expedição em um diário de bordo em tempo real. 📹 Acompanhe em tempo real os bastidores da viagem Gilda aparece na varanda todos os dias pela manhã e aguarda alimento no distrito de Pontalete, em Três Pontas João Daniel Alves/EPTV O ritual começou há cerca de três anos, sem intenção ou alarde. A empresária Margareth Rodrigues da Silva Figueiredo, proprietária da pousada, percebeu a ave pousada no telhado e resolveu oferecer um lambari, peixe comum no lago. A aproximação foi lenta, até se transformar em hábito. Hoje, Gilda pousa sobre a mesa da varanda e espera pelo alimento sempre no mesmo horário. Segundo Margareth, ela aparece quase diariamente e, quando não está por perto, basta ver a empresária para se aproximar. “Ela foi chegando, chegando… até que um dia comeu na minha mão. Hoje eu abro a porta da varanda cedo e ela já está ali me esperando. Quando não está, ela me vê e vem”, conta. Galerias Relacionadas 🐟 Alimentação e confiança No início, duas garças frequentavam o local. Batizadas de Gilda e Gisele, elas apareciam juntas. Com o passar do tempo, apenas uma manteve a rotina diária na pousada. A alimentação também segue um critério claro. Gilda só aceita peixe pescado no próprio lago. Em alguns dias, Margareth vai atrás do alimento especialmente para a visita, usando uma vara de bambu. Em outros, conta com a ajuda de pessoas próximas. “Se vier outra pessoa, ela não chega perto. Comigo, ela tem confiança”, afirma. Garça “Gilda” se aproxima e pega peixe na mão da empresária em pousada no Lago de Furnas João Daniel Alves/EPTV Apesar de ter escolhido a varanda como ponto fixo, a presença da garça já surpreendeu fora dali. Em um dia comum na prainha às margens do lago, Margareth foi reconhecida pela ave. “Ela apareceu lá também. Foi algo marcante”, relembra. Leia também: Kombi, ônibus, fogão a lenha: mergulho com câmera revela cidade 'escondida' em maior lago do Sudeste Do camping à lancha: 5 rotas para explorar o Lago de Furnas e aproveitar o melhor de cada região Casa no meio da água? Flutuantes viram 'point' e transformam o Lago de Furnas em novo polo de experiências turísticas Sem CEP e sobre a água: ambientalista constrói casa flutuante e escolhe viver no rio em MG Furnas: lago criado para ser ‘caixa d’água do Brasil’ tem 11 vezes o volume da Baía de Guanabara e 'cidades submersas' 🎣 Livre para ir e vir Mesmo com a constância, Gilda não aparece todos os dias. Quando isso acontece, Margareth sente a ausência. “Fico pensando onde ela pode estar”, diz. Após se alimentar, a garça costuma permanecer um tempo na varanda, especialmente pela manhã, antes de retornar ao lago. A possibilidade de criar dependência já preocupou a empresária. Garça foi vista pela primeira vez no telhado da pousada, em Pontalete, e passou a retornar com frequência João Daniel Alves/EPTV Em um período em que precisou se ausentar, por exemplo, ela deixou de oferecer alimento. Ao voltar, a ave também reapareceu, mantendo a rotina. Para Margareth, não há explicação científica ou tentativa de controle. É apenas um encontro que se repete naturalmente. “Ela sabe caçar. Ela se vira. É uma relação com a natureza. Ela vem e vai a hora que quiser", explica. 🕊️ Livre para ir e vir: apesar da constância, Gilda não depende da alimentação oferecida. 🌊 Reconhecimento fora da pousada: a garça já foi vista se aproximando da empresária em outros pontos do lago. 🌱 Relação natural: não há tentativa de domesticação; a ave sabe caçar e aparece apenas quando quer. Infográfico - Usina de Furnas em números Arte g1 Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

FONTE: https://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/lago-de-furnas-travessia-das-aguas/noticia/2026/04/03/conheca-gilda-a-garca-que-criou-rotina-com-dona-de-pousada-e-aceita-peixe-na-mao-no-lago-de-furnas.ghtml


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